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varinho
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« em: Janeiro 20, 2011, 11:14:37 » |
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Iniciei este tópico com a intenção de se discutir os motivos,... que levariam a que os Portugueses começassem a andar mais de bicicleta, como meio de transporte diário.
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Chamonix
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« Responder #1 em: Janeiro 20, 2011, 11:18:44 » |
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Boa malha 
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sotokai
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« Responder #2 em: Janeiro 20, 2011, 11:58:54 » |
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outro: Muitas pessoas não andam por preguiça, mas a maioria das pessoas tem medo de andar de bicicleta na estrada e contra elas falam, porque também são condutores. Mas por exemplo, aqui na expo há muita a gente a circular nos passeios e isso acontece porque as pessoas têm medo. Portanto, o que motivaria mais pessoas, seria existir campanhas promover o respeito dos condutores para com as bicicletas e a promover a utilização da bicicleta na estrada como um lugar seguro.
Enquanto isso não acontecer as pessoas vão ter sempre medo, porque nunca haverá ciclovias suficientes para cobrir toda a área metropolitana.
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AmdM
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« Responder #3 em: Janeiro 20, 2011, 12:39:50 » |
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Exacto, votei outro.
A maior motivação seria maior civismo da população em geral, no caso concreto dos condutores de veiculos motorizados. Muitas pessoas têm medo pois sabem que a realidade é que há condutores muito selvagens e despreocupados.
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rodavintoito
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« Responder #4 em: Janeiro 21, 2011, 09:09:18 » |
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ciclovias point the way
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-keep it simple-
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tweed
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« Responder #5 em: Fevereiro 09, 2011, 12:12:25 » |
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O problema português é endémico e sistémico, pelo mal que está enraizado na genética e pela subversão de valores e ideais da sociedade. 
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noca
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« Responder #6 em: Fevereiro 09, 2011, 12:21:43 » |
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O problema português é endémico e sistémico, pelo mal que está enraizado na genética e pela subversão de valores e ideais da sociedade.  como já disse aqui uma vez.... está no ADN 
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muur
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« Responder #7 em: Fevereiro 09, 2011, 12:46:09 » |
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O problema português é endémico e sistémico, pelo mal que está enraizado na genética e pela subversão de valores e ideais da sociedade.  como já disse aqui uma vez.... está no ADN  Os dois estão, na minha opinião, no caminho certo. O que falha é a expressão "genética/ADN". O problema não é "natural/genético" é cultural. Cultural é uma mistura entre imagética, política e espaço público vs. espaço privado (entre muitíssimos outros factores). Desenvolverei isto mais tarde que agora tenho clientes à espera...
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noca
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« Responder #8 em: Fevereiro 09, 2011, 12:48:58 » |
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O problema português é endémico e sistémico, pelo mal que está enraizado na genética e pela subversão de valores e ideais da sociedade.  como já disse aqui uma vez.... está no ADN  Os dois estão, na minha opinião, no caminho certo. O que falha é a expressão "genética/ADN". O problema não é "natural/genético" é cultural. Cultural é uma mistura entre imagética, política e espaço público vs. espaço privado (entre muitíssimos outros factores). Desenvolverei isto mais tarde que agora tenho clientes à espera... Quando me refiro a ADN num contexto de comportamentos é uma maneira de tocar nesse mesmo ponto que referes e não na genética em si
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Kampa
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« Responder #9 em: Fevereiro 09, 2011, 01:06:16 » |
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[pensando em voz alta]
humm... não sei se será bem assim.
Sempre que encontro portugueses lá fora o comportamento é igual ao dos nativos... em Roma sê como os Romanos. Parece-me que sabemos perfeitamente fazer o que é correcto mas basta um chico-esperto para deitar tudo a perder.
[/pensando em voz alta]
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« Responder #10 em: Fevereiro 09, 2011, 01:26:31 » |
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o tuga ainda está muito agarrado à carga social que o automóvel privado simboliza, porque sabe que, pensando todos os outros como ele, valoriza muito mais o estatuto que um carro bom e caro representa do que a situação/posição real do indivíduo em si (pode ser um merdas inculto e labrego, porque ao fim e ao cabo o que interessa é o audi e as roupas de marca)
desta doença social já outros povos europeus se têm vindo a livrar, com relativo sucesso. passaram a valorizar muito mais o indivíduo em si e o 'bolo' cultural e pessoal que este carrega, as suas experiências, aquilo que tem para dar contributo positivo à sociedade, do que proriavemte o automóvel que possui ou as roupas que veste ou quanto dinheiro tem no banco. valorizam-se muito mais opções pró-planeta/pró-sociedade/pró-comunidade do que atitudes umbiguistas remanescentes do capitalismo pós-guerra fria.
costuma-se dizer que portugal anda 20 anos atrasado em relação ao resto da europa, e a coisa anda muito longe disso.
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muur
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« Responder #11 em: Fevereiro 09, 2011, 01:29:18 » |
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O problema português é endémico e sistémico, pelo mal que está enraizado na genética e pela subversão de valores e ideais da sociedade.  como já disse aqui uma vez.... está no ADN  Os dois estão, na minha opinião, no caminho certo. O que falha é a expressão "genética/ADN". O problema não é "natural/genético" é cultural. Cultural é uma mistura entre imagética, política e espaço público vs. espaço privado (entre muitíssimos outros factores). Desenvolverei isto mais tarde que agora tenho clientes à espera... Quando me refiro a ADN num contexto de comportamentos é uma maneira de tocar nesse mesmo ponto que referes e não na genética em si Sim, percebi que sim. Peço desculpa! É um defeito de formação (em antropologia) que me leva a pensar que a linguagem e as palavras e o pensamento têm uma história. E, mesmo quando fazemos um pequeno desvio de linguagem para dar ênfase ao que queremos transmitir, esse desvio enraíza-se numa história... peço desculpa por este despropositado desvario académico. Em frente...
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noca
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« Responder #12 em: Fevereiro 09, 2011, 01:38:06 » |
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O problema português é endémico e sistémico, pelo mal que está enraizado na genética e pela subversão de valores e ideais da sociedade.  como já disse aqui uma vez.... está no ADN  Os dois estão, na minha opinião, no caminho certo. O que falha é a expressão "genética/ADN". O problema não é "natural/genético" é cultural. Cultural é uma mistura entre imagética, política e espaço público vs. espaço privado (entre muitíssimos outros factores). Desenvolverei isto mais tarde que agora tenho clientes à espera... Quando me refiro a ADN num contexto de comportamentos é uma maneira de tocar nesse mesmo ponto que referes e não na genética em si Sim, percebi que sim. Peço desculpa! É um defeito de formação (em antropologia) que me leva a pensar que a linguagem e as palavras e o pensamento têm uma história. E, mesmo quando fazemos um pequeno desvio de linguagem para dar ênfase ao que queremos transmitir, esse desvio enraíza-se numa história... peço desculpa por este despropositado desvario académico. Em frente... será que desvarios académicos despropositados também têm uma história? 
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muur
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« Responder #13 em: Fevereiro 09, 2011, 02:02:50 » |
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será que desvarios académicos despropositados também têm uma história?  [/quote] Concerteza que sim... mas não vamos entrar aqui no âmbito da psicanálise! ou vamos?
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tweed
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« Responder #14 em: Fevereiro 09, 2011, 02:17:34 » |
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^quando refiro endémico quero mencionar que é mesmo um problema sistemático do foro psicológico... haha
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